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A origem do violino.

 

O violino moderno tem como antecessores remotos os primeiros instrumentos de arco, os quais surgiram na Ásia Central. Assim como o violino moderno, os arcos de tais instrumentos possuiam crina de cavalo. Esses instrumentos espalharam-se para a India, a China, e o Império Bizantino, originando o rebab e a lira. O violino evolui de instrumentos do Império Bizantino e do oriente médio, como a rebeca e a lira da braccio

Sabe-se que o violino surgiu na Itália. Todavia não é possível saber com precisão quando adquiriu sua forma definitiva. Os primeiros violinos tinha apenas três cordas. Segundo GALWAY(1987), Gasparo da Salò (1540-1609) foi o primeiro a fabricá-lo, na cidade de Brescia, ao norte da Itália. O conhecimento de Salò foi transmitido a Andrea Amati, de Cremona. Violinos de Amati, o qual trabalhava com seus filhos, Girolamo e Antonio, chegaram aos nossos dias e foi ele o primeiro a fabricar violinos de quatro cordas, em 1555 (SALVAT, 1984). Girolamo, filho de Andrea Amati, foi o responsável pelo crescimento da escola de Cremona, da qual surgiu aquele que, juntamente com Giuseppe Guarnieri de Jesù, foi um dos maiores fabricantes de violino de todos os tempos, Antonio Stradivari. Posteriormente, o Tirol, tornou-se um importante centro de fabricação do violino, destacando-se os mestres Matthias Klotz e Jacob Stainer. A construção do violino também se difundiu pela França, inclusive com a fabricação de cópias de Stradivari e Guarnieri. Os violinos fabricados nesta época são de qualidade superior. A partir da segunda metade do Século XVII, a qualidade dos instrumentos fabricados passou a ser inferior, especialmente devido ao tipo de verniz usado na fabricação.

O violino, rapidamente, tornou-se muito popular, sendo considerado, a princípio, um instrumento apropriado para as camadas populares e impróprio para a nobreza. Todavia, na França, passou logo a ser respeitado entre a nobreza, tendo o Rei Charles IX encomendado a Amati, 24 violinos, dos quais um ainda existe.                                                                                                                                                                                                                                                                                Dentre todos os violinos dos grandes mestres de luteria do passado, talvez o mais famoso seja o "Messias", visto na foto à esquerda. É interessante a história por traz deste instrumento. Fabricado por Antonio Stradivari, ele permaneceu em sua oficina, até a sua morte, em 1737. Posteriormente, o instrumento foi vendido, por seu filho, para um colecionador de violinos, o Conde Alessandro Cozio di Salabue, em 1775. Em seguida, o instrumento foi comprado por Luigi Tarisio, um comerciante de violinos.

Tarisio que, desde criança, também tocava violino, viajava sempre para a França, com a finalidade de revender violinos que comprava na Itália. Após ter adquirido o violino fabricado por Stradivari, considerava-o um tesouro e sempre falava de suas excelentes qualidades, em suas viagens de negócio, à França. Mas Tarisio nunca levava consigo o violino Stradivari. Certo dia, enquanto Tarisio falava com o luthier francês Jean Baptiste Vuillaume sobre o tal violino, o genro de Vuillaume, que era violinista exclamou: "O seu violino é como o Messias, sempre se espera por ele, mas nunca aparece". Vuilleume o adquiriu, finalmente, em 1854, após o falecimento de Tarisio. O violino foi, então, batizado com o nome de "Messias". Atualmente, ele encontra-se no Museu Ashmolean, em Oxford, na Inglaterra.

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